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Álcool em gel ou lavar as mãos: qual a melhor opção contra o coronavírus?

  • 12 de Março de 2020
  • Blog
  • por MPires

Em dezembro de 2019, a OMS notificou um alerta de saúde na província de Wuhan, na China, após uma pneumonia misteriosa atingir a cidade. Hoje, segundo o nosso Ministério da Saúde, já se descobriu que o novo vírus, na verdade, é uma mutação de uma família viral já conhecida pelos cientistas desde a década de 60. 

Pertencente à família do Coronavírus, o COVID-19, nomenclatura da nova descoberta científica, tem causado pânico e medo em diversas regiões do mundo. 

Assunto recorrente nos noticiários e redes sociais, o número de casos do novo Coronavírus acende o alerta em diversas regiões do mundo. Considerada oficialmente uma pandemia global, a doença exige cuidados redobrados para frear o contágio. E isso acontece principalmente pelo contato com superfícies contaminadas.

Em um dia comum, por exemplo, são infinitas as superfícies onde o vírus poderia estar presente: a tela do telefone, maçaneta de portas, corrimão de escadas e ônibus, lixo e até animais domésticos. 

Tais objetos são um prato cheio para a proliferação de doenças infectocontagiosas, já que, assim como o Coronavírus, a principal forma de contágio se dá pelo toque e/ou contato próximo.

Um estudo realizado pelo Centro Universitário UniMetrocamp Wyden em 2017, por exemplo, revelou que há cerca de 23 mil microorganismos vivendo em smartphones, tablets, mouses e teclados. 

Durante o contato com objetos contaminados, é normal que, por impulso, as mãos sujas sejam levadas ao rosto, ao coçar nariz, olhos, roer unhas ou tocar os lábios. Tais ações, portanto, podem levar a contaminação. 

Riscos da não higienização 

O risco da não higienização correta das mãos após o contato com superfícies infectadas  é alto. Inúmeras doenças podem ser transmitidas por vírus e bactérias, como diarreia, gripe, resfriado e conjuntivite. 

Por isso, desde crianças, somos ensinados a lavar as mãos antes das refeições e depois de usar o banheiro. Esse simples ato, entretanto, não é seguido por todos, tampouco em todos os lugares.

A Michigan State University divulgou, em 2013, um estudo sobre hábitos de comportamento dos cidadãos Estadunidenses em banheiros públicos.

De 3.749 pessoas observadas, 10% não lavaram as mãos e 33% não usaram sabonete no momento da higienização. Apenas 5% fez uso corretamente das técnicas de limpeza. 

Sem dúvida, esse comportamento é um dos fatores principais para a rápida propagação do Coronavírus. O nível de gravidade dessa doença pode ser realmente elevado, se considerarmos grupos de risco, como bebês, crianças e idosos, devido à baixa imunidade.  

O impacto de um viral como esse, por exemplo, está além da saúde. As atrações da Broadway, famosa companhia de teatro em NY, foram suspensas temporariamente em resposta aos perigos da aglomeração pública para a transmissão da doença.

Coronavírus: saiba mais e como se proteger 

Mais de 118 mil casos ao redor do mundo e 4.200 mortes já foram confirmadas pelas OMS. Até o momento*, 52 casos da doença já foram registrados no Brasil, nos estados de São Paulo (30), Rio de Janeiro (13), Bahia (2), Rio Grande do Sul (1), Distrito Federal (1), Alagoas (1), Minas Gerais (1) e Espírito Santo (1). Por isso, é importante que você saiba como se proteger e o que fazer em casos de aparição dos sintomas. 

Assim como você se protegeria de uma gripe comum, a melhor forma de prevenção contra o Coronavírus é atentar-se aos cuidados básicos de higiene individual e coletiva.

Transmissão

Ainda não sabe ao certo como se dá a transmissão do Coronavírus. Em informações divulgadas pela Secretaria de Estado de Saúde de São Paulo, a principal forma de passar a doença de pessoa para pessoa é pelo contato próximo.

Por contato próximo, entende-se o contato com paciente contaminados, como profissionais da saúde, familiares e/ou visitas, e também pessoas que tenham permanecido no mesmo local que pacientes infectados. 

Sintomas

Dentre os pacientes, foram identificados sintomas como febre (acima de 37 graus), tosse (seca ou com secreção), dificuldade para respirar e falta de ar. Nos casos mais graves, os pacientes apresentaram quadros de pneumonia, insuficiência renal e síndrome respiratória aguda grave.

Outros possíveis sintomas, parecidos com os da gripe e resfriados, são dores no corpo, inflamação na garganta, congestionamento nasal e diarreia.

Álcool em gel ou lavar as mãos: qual é a melhor opção?

A melhor forma de se precaver contra o Coronavírus e outras doenças infectocontagiosas é higienizando as mãos da maneira correta. 

Tanto lavar as mãos com água e sabão quanto usar álcool em gel são maneiras eficientes de se proteger, mas fique atento às orientações para a realização dessa tarefa de forma certa.

Ao lavar as mãos, é necessário esfregar as áreas de contato por cerca de 20 segundos, além de dar atenção às áreas entre os dedos, pulso e unhas. O produto utilizado deve ser próprio para mãos e ter potencial antibacteriano. 

Além disso, é importante que a frequência da limpeza seja respeitada. Após ter contato com áreas contaminadas, usar o sanitário, tocar em animais ou antes de preparar alimentos ou tocar em comidas, é importante renovar a higiene.

O álcool em gel 70% pode atuar como um substituto em casos de impossibilidade de lavar as mãos, como em transportes públicos. 

Entretanto, o CDC, Centro de Controle e Prevenção de Doenças dos Estados Unidos, recomenda priorizar, quando puder, a higiene com água e sabão, devido ao seu potencial de eliminar certos tipos de germes.

Prevenção também nas empresas

O alto fluxo de pessoas, como funcionários que tenham voltado de férias de regiões afetadas ou ter tido contato com pacientes infectados, são fatores que aumentam as possibilidades de casos de Coronavírus dentro das empresas.

Além de colocar em risco a saúde da equipe, o COVID-19 pode afetar diretamente a produtividade e funcionamento da organização, visto que os pacientes sintomáticos devem permanecer isolados.

Portanto, uma das principais ações para preservar a saúde da equipe é a limpeza profissional em empresas.

Independente do tamanho ou segmento, todo e qualquer espaço com circulação de funcionários e clientes deve ter uma rotina de limpeza constante. 

Bancadas, computadores, teclados, mouses e mesas, por exemplo, devem ser desinfetados com frequência para evitar a proliferação de organismos causadores de infecções.

E para garantir a saúde dos funcionários, além de ter uma rotina de higienização constante, as empresas devem oferecer espaços e materiais adequados para a higienização dos de todos os colaboradores.

Os banheiros devem estar equipados com pias e água corrente, além de sabonete líquido antibacteriano e álcool em gel. Para secar as mãos, é comprovado que o uso de papel toalha é a melhor opção para evitar a difusão de germes.

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 *O texto considera as informações divulgadas até o dia 12/03/2020.


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